Cola cirúrgica diminui risco operatório

  • novembro/2017
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cola cirúrgica

Estéticos ou clínicos, procedimentos cirúrgicos costumam causar ansiedade em qualquer paciente. Além do resultado, quem se submete a uma cirurgia se preocupa, também, com a cicatriz que ficará no lugar da incisão. Mas engana-se quem pensa que apenas a técnica profissional garante o sucesso da operação. Os materiais utilizados são fundamentais para a recuperação no pós-operatório. E a cola cirúrgica vem se destacando como alternativa para otimizar a cicatrização da pele.

Estima-se que o uso do material reduza em até 75% o tempo total de operação, o que diminui o período necessário de anestesia e, consequentemente, os riscos ligados à sedação. Com os mesmos princípios ativos da supercola doméstica (autoadesiva), a cola cirúrgica também evita riscos de infecção. O motivo: ela se cristaliza em menos de 60 segundos após a aplicação, criando uma barreira contra microrganismos.

No Brasil, a cola cirúrgica já é reconhecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), através do registro de fabricantes do produto. Algumas colas, no entanto, precisam de incidência de raios ultravioleta para a secagem. Por isso, o cirurgião precisa estar apto a utilizar o produto de acordo com as especificações técnicas de cada tipo.

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Benefícios da cola para cirurgia compensam

Apesar de elevar o valor da cirurgia em cerca de R$ 200, a cola para cirurgia compensa o investimento. Ela é sete vezes mais forte que as suturas comuns e seu uso garante fixação por toda a incisão, sem deixar espaços abertos. Utilizada na camada superior da pele, a cola cirúrgica é acompanhada de uma tela de poliéster para selar e proteger o corte. O local pode entrar em contato com água no mesmo dia da cirurgia e não requer trocas, com a tela caindo naturalmente em até 15 dias.

Em cirurgias pediátricas, a cola cirúrgica tem se destacado por ser uma alternativa não invasiva – ao contrário da temida agulha. O procedimento se torna tão mais fácil que nem precisa haver retorno ao hospital para remoção da linha. E mais: sem os pontos, não há risco de infecção, já que as propriedades hemostáticas da cola evitam que o corpo rejeite o curativo. Por fim, o material acelera a regeneração dos tecidos, facilitando o processo de recuperação e a volta do paciente à rotina.

Redação Secad
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