Veja por que ficar atento ao calendário de vacinas do Ministério da Saúde

  • novembro/2017
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calendário de vacinas

O Calendário de Vacinas

Para reduzir a incidência de doenças e proteger a população, é importante seguir o calendário de vacinas do Ministério da Saúde e participar das campanhas eventuais.

Logo que o bebê nasce já precisa ser imunizado. Muitos pais ficam com dó devido ao número grande de vacinas que devem ser aplicadas até o primeiro ano de vida, mas é preciso ter em mente que as vacinas são garantia de saúde.

Deixar de se vacinar é um risco para um indivíduo, seus familiares e todos com quem ele tenha contato. Acompanhe, neste artigo, por que é importante ficar atento ao calendário de vacinação!

Vacinas são eficazes

Para produzir as vacinas, são utilizados microrganismos da própria doença que previne. E esse fato deixa muita gente assustada.

Mas não há motivo para se preocupar: esses vírus ou bactérias estão mortos ou enfraquecidos, ou seja, a pessoa não ficará contaminada com a doença ao ser imunizada.

Ao tomar a vacina, o corpo produz anticorpos para aquela patologia, ou seja, o indivíduo fica preparado para combater aquele vírus ou bactéria, caso entre em contato. É, portanto, uma forma de proteção da saúde.

Após a vacinação, algumas pessoas podem ter efeitos colaterais brandos como febre baixa ou dor local.

Vacinas são seguras

As vacinas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde são seguras. Para serem licenciadas, passaram por várias etapas de avaliação de institutos reguladores, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Reduzem circulação de doenças

As vacinas protegem de uma variedade de doenças que apresentam complicações graves ou podem ser fatais.

Graças às campanhas de imunização, houve uma queda no Brasil na incidência de doenças como sarampo, rubéola e coqueluche. A poliomielite, por exemplo, foi erradicada.

Apesar disso, a vacinação não pode parar, pois alguém vindo de outro país pode estar doente e espalhar a doença. Ainda pode acontecer de o vírus ou a bactéria surgir por outros fatores, como uma contaminação em animais silvestres. Dessa forma, é preciso que a população esteja imune.

Conheça mais das atualizações em Medicina desenvolvidas pelas principais entidades científicas do país.

Vacina é para toda a população

O calendário de vacinas do Ministério da Saúde é mais extenso para bebês e crianças.

Mas pré-adolescentes, adolescentes, adultos, idosos e gestantes também devem se imunizar contra determinadas doenças.

É só ficar atento às campanhas ou pedir orientação ao médico ou diretamente no posto de saúde.

Conheça as principais vacinas

  • Hepatite A: para crianças de 15 meses a menores de 5 anos de idade;
  • tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela): para crianças de 15 meses até 4 anos de idade. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda a vacinação com a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) aos 12 meses de idade (primeira dose), e aos 15 meses com a tetra viral (segunda dose com a varicela). Em 2017, houve alteração da segunda dose da tríplice viral com a inclusão da população de 20 a 29 anos de idade;
  • HPV: para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 12 a 13 anos. Homens e mulheres vivendo com HIV/Aids de 9 a 26 anos também devem se imunizar;
  • meningocócica C: para adolescentes de 12 a 13 anos de idade. A faixa etária será estendida, gradativamente, até 2020, quando serão incluídos crianças e adolescentes de 9 até 13 anos;
  • dTpa adulto (difteria, tétano e coqueluche): para as gestantes a partir da 20ª semana e, para aquelas que não se vacinaram, uma dose no puerpério o quanto antes.

É importante que toda a população siga o calendário de vacinas para evitar a volta de doenças fatais e graves. O Ministério da Saúde disponibiliza as doses gratuitamente; é só se dirigir a um posto de saúde.

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