5 habilidades que o profissional da saúde precisa desenvolver

  • outubro/2021
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A atuação na área da saúde exige compromisso com a vida e o bem-estar das pessoas atendidas em qualquer nível de atendimento – hospitais, ambulatórios, clínicas. Para oferecer o melhor cuidado possível, os profissionais precisam de habilidades que vão além das técnicas e teorias aprendidas nos cursos de qualificação.

São inúmeros os desafios enfrentados no dia a dia de quem atua com a saúde, inclusive em atuações solo. Para que quaisquer obstáculos sejam superados, tanto as equipes quanto os profissionais que as compõem precisam estar aptos a reagir adequadamente a cada evento – inclusive a surpresas. Esse aspecto pode acabar fazendo a diferença no desfecho clínico dos pacientes.

Nesse contexto, munir-se de competências de diferentes naturezas é um trunfo para otimizar a rotina. Trata-se de aptidões cognitivas e psicológicas adquiridas por meio de experiências e relacionamentos atrelados ao trabalho em equipe e à comunicação interpessoal.

Saiba mais sobre cinco habilidades que todo profissional de saúde precisa desenvolver para alcançar seu melhor desempenho e ofereça o melhor atendimento possível – técnico e humanizado.

1. Empatia

É a regra de ouro para profissionais de todas as áreas. Ter empatia significa ser capaz de se colocar emocionalmente no lugar de outra pessoa, imaginando como ela reagiria a uma determinada situação de acordo com as suas experiências e personalidade. “Quando faz isso, o profissional consegue compreender melhor as necessidades do paciente”, explica o psicólogo clínico Ricardo Gorayeb, um dos coordenadores do Programa de Atualização em Psicologia Clínica e Saúde.

2. Resiliência

Profissionais resilientes são de extrema importância nos serviços de assistência à saúde por saberem reagir e solucionar problemas que surgem na rotina de trabalho. São peças centrais na rápida tomada de decisão e agregam agilidade aos processos com sua capacidade analítica. A resiliência costuma ser acompanhada por flexibilidade e proatividade, outras características desejáveis.

3. Comunicação interpessoal

A falha de comunicação entre membros de uma mesma equipe ou do serviço de assistência à saúde pode ser a primeira peça do dominó a cair e iniciar uma série de erros que impactará a saúde e o bem-estar do paciente. Por isso, desde o início do atendimento, os profissionais envolvidos devem manter uma comunicação clara. Isso pode ser alcançado, inclusive, com a disponibilização de todas as informações de interesse conjunto em prontuário.

A tática não apenas poupa tempo no atendimento. Ela também torna o serviço mais eficiente e, em casos sensíveis, que envolvem algum tipo de trauma ou violência, por exemplo, a vítima atendida não precisa relatar repetidas vezes o motivo da busca por ajuda. Manter uma boa comunicação e utilizar habilidades sociais garante uma melhor abordagem dos pacientes.

4. Trabalho em equipe

Quem faz parte de uma equipe e depende de outras pessoas para realizar suas tarefas sabe que, sem a ajuda mútua, é muito difícil oferecer o melhor serviço possível. Embora uma boa comunicação interpessoal contribua para o alcance desse objetivo, o trabalho em conjunto também exige que cada membro cumpra com a sua função.

Boas lideranças regem essa orquestra de modo a otimizar processos e rotinas, reduzir custos, gerenciar recursos e aprimorar produtos e serviços. Além disso, direcionam demandas a profissionais capacitados para executá-las, identificam necessidades e reparam falhas.

5. Atualização constante

Os conhecimentos na área da saúde se renovam a todo momento, principalmente no contexto atual de pandemia, em que há urgência na resolução de uma doença ainda pouco esclarecida. “A ciência não é estática”, aponta Gorayeb.

A falta de qualificação pode acarretar diversos empecilhos na prestação de serviços – como ineficácia no atendimento e prejuízo à saúde do paciente –, esteja ela presente em cargos de liderança ou entre membros de uma equipe. Buscar capacitação é princípio básico para qualquer profissional que deseja atender os pacientes da melhor forma possível.

A atualização constante pode ser feita por meio de cursos de pós-graduação, além da busca ativa por novidades na área de atuação – cientificamente comprovadas e de fontes seguras, como periódicos e publicações de entidades representativas.

 

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